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Ler é cultura

Page history last edited by rosangelamenta 9 years, 2 months ago

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Indicação de sites sobre os livros do Projeto "Ler é Cultura"

 

RELAÇÃO DE LIVROS PARA O PROJETO LER É CULTURA - 2ªS SÉRIES – INTEGRADO E APROV. ESTUDOS

 

Na seleção dos livros deve-se levar em conta a seguinte orientação: os livros só podem se repetir na turma até três vezes

 

TEMA DA 2ª SÉRIE: “A pluralidade cultural, as diversidades, as desigualdades e a educação” 

 

OLIVEIRA, Ivone Martins de. Preconceito e autoconceito - identidade e interação  na sala de aula. São Paulo: Papirus editora, 1994.

Como ocorre a elaboração da identidade? Com base na perspectiva sócio-histórica em psicologia, a autora investiga como ocorre a elaboração da identidade, a qual é  medida/construída pelo outro  e pela palavra. Focalizando o universo de sala de aula e a questão do preconceito, a autora relata de que maneira a fala das crianças com características raciais diferentes e a de seus colegas compõem a trama dos sentidos que atravessa suas enunciações.

 

HERMANNS, Susete Stefani. SANTOS, Joana Machado dos. Escola aberta - vida e saberes na periferia urbana. Porto Alegre: Editora Mediação, 2002.

Na periferia urbana, um grupo de corajosos professores abre as portas para acolher crianças e jovens "de e na rua", realizando uma verdadeira aventura pedagógica.

 

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e terra, 2005.

O livro mostra a opressão contida na sociedade e no universo educativo, em especial na educação/alfabetização de adultos. A opressão é apresentada como problema crônico social, visto que as camadas menos favorecidas são oprimidas e terminam por aceitar o que lhes é imposto, devido à falta de conscientização, sem buscar realmente a Pedagogia da Libertação.

 

TEZZA, Cristóvão. O filho eterno. Rio de Janeiro :Record, 2007.

Um pai escreve sua história a partir do momento do nascimento de seu filho com Síndrome de Down. È uma história muito linda.

 

STRAUSZ, Rosa Amanda. Uólace e João Victor. Editora objetiva.

Retrato das desigualdades na vida de dois meninos. O romance, que inspirou a telessérie Cidade dos homens, confronta o cotidiano dos protagonistas.

 

JOSÉ, Elias. Amor sem fronteiras. São Paulo: Ed. Larousse.

O preconceito racial na visão de uma criança. Uma pergunta martelava a cabeça de Miguel, um menino descendente de libaneses por parte de pai e brasileiro por parte de mãe: por que não conhecia pessoalmente o avô materno? O pouco que sabia era o que a tia Inês contava. O livro aborda a questão do preconceito sofrido pelo povo libanês, narrada de maneira inocente pelo garoto.

 

PAN, Mirian A G. O direito à diferença. Curitiba, PR: IBPEX, 2008.

A obra insere o leitor no polêmico discurso da inclusão, desafiando-o a pensar sobre o lugar que hoje é dado aos indivíduos e às suas diferenças na sociedade. A autora propõe um outro olhar sobre as relações escolares, ressignificando os sentidos vinculados à deficiência intelectual.

 

SEAVEDRA, Anita. CANDAU, Vera Maria (Orgs). Somos todos iguais? Escola,  discriminação e educação em direitos humanos, Rio de  Janeiro: DP&A Editora, 2003.

Como se situam professores, professoras, alunos e alunas face às manifestações de discriminação na escola? Qual a relação desse fenômeno com a realidade social? Quais são as formas possíveis para enfrentar o preconceito na escola?

 

PINSKY, Jaime. Cidadania e educação. São Paulo: Editora Contexto. 2003

Trata-se de uma coletânea de 34 artigos que, mais do que conceituar ou promover apologias sobre o tema, permite uma melhor compreensão do que é ser cidadão, não apenas na teoria mas na prática social. Fazendo uso de cenas bastante comuns no nosso cotidiano, o autor exemplifica os 'atos' e 'anti-atos' da cidadania brasileira, remetendo-nos a um verdadeiro exame de consciência.

 

Druon, Maurice. (Trad. D. Marcos Barbosa). O menino do dedo verde. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 81ª edição, 2007.

Era uma vez Tistu...Um menino diferente de todo mundo. Com uma vidinha inteiramente sua, o pequeno de olhos azuis e cabelos loiros deixava impressões digitais que suscitavam o reverdecimento e a alegria. As proezas de seu dedo verde eram originais e um segredo entre ele e o velho jardineiro, Bigode, para quem seu polegar era invisível e seu talento, oculto, um dom do céu. Até o final surpreendente e singelo. "O Menino do Dedo Verde", de Maurice Druon, tornou-se um clássico da literatura para crianças e jovens em todo o mundo e permanece atual há três décadas, sendo adotado em escolas do Ensino Fundamental todos os anos. Esta fábula trata de questões relacionadas com os conceitos de convívio social, ética e cidadania; e foi pioneira ao abordar o tema ecologia.

FREIRE, Paulo. BETTO Frei. Essa escola chamada vida - depoimentos ao repórter  Ricardo Katscho. São Paulo: Editora Ática, 1986.

Em depoimentos ao jornalista Ricardo Kotscho, os caminhos desses dois educadores brasileiros dentro da educação popular.

 

PINTO, Ziraldo A. Os meninos morenos. São Paulo: Melhoramentos, 2005.

O livro é uma tentativa de revelar para o mundo quem somos nós, fala das lembranças da infância de dois meninos cor de terra - um na Guatemala, outro no Brasil, dois países deste enorme continente de meninos morenos.

 

SANTOS, José Luiz dos. O que é cultura. Coleção primeiros passos. São Paulo/SP: Editora Brasiliense ,1988.

 

BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico – o que é, como se faz. 50.ed. São  Paulo: Loyola, 2008.

O autor reitera seu discurso em favor de uma educação lingüística voltada para a inclusão social e pelo reconhecimento e valorização da diversidade cultural brasileira.

 

PENIN,  Sonia T. de Souza. A aula: espaço de conhecimento, lugar da cultura. Campinas - SP: Papirus editora, 1994.

 

BRAZ, Júlio Emílio. Olhando para o outro lado. São Paulo: Paulus, 2007.

Na maioria das cidades brasileiras, a cada dia, deparamos com cenas que retratam e desigualdade, a injustiça e a miséria existentes nos país. Para não ver esse quadro chocante, muitas vezes desviamos o rosto... “Olhamos para o outro lado”.

 

CAMPOS, C.L. CARNEIRO, S. VILHENA, V. A cor do preconceito. São Paulo: Editora Ática.

A cor do preconceito reúne ficção baseada em fatos reais e uma abordagem informativa bastante diversificada. O livro foi escrito a seis mãos pela escritora Carmen Lucia Campos, pela pesquisadora, historiadora e professora de história Vera Vilhena, além da antropóloga, pesquisadora e diretora do Geledés – Instituto da Mulher Negra, Sueli Carneiro. Na história criada por Carmen, o tema do preconceito de cor aparece de modo contundente, num enredo que a autora trabalhou com maestria. Nele, destaca-se a adolescente negra Mira, excelente aluna de uma escola da periferia, que, graças a seus esforços, consegue uma bolsa de estudos num dos melhores colégios da cidade. Em sua nova etapa de vida, ela terá de enfrentar questões ligadas à sua identidade e procurar amadurecer diante de posturas racistas, preconceituosas e intolerantes. Já a abordagem informativa, disponível em grandes conjuntos de texto ao longo do livro, ressalta a história da África e a influência dos negros na formação do povo brasileiro. Além disso, retoma tópicos abordados na ficção e faz um retrato bastante realista da atual situação dos negros no Brasil. Pequenos ensaios, letras de música, fotos, depoimentos e dados estatísticos enriquecem e aprofundam as informações do texto.

 

VASCONCELOS, R. N. DINIZ, M. Pluralidade cultural e inclusão na formação de professores e professoras. Formato Editora: 2004.

Pluralidade Cultural e Inclusão na Formação de Professoras e Professores: gênero, sexualidade, raça, educação especial, educação indígena, educação de jovens e adultos discute uma questão delicada e urgente nos dias de hoje: de que maneira as diferenças culturais estão sendo tratadas na escola? Como avaliar até que ponto a escola fomenta preconceitos, contribui para a proliferação de valores que induzem à rejeição e ao desrespeito? Escritos por diferentes mãos - de professores e professoras que se preocupam com temas da contemporaneidade que desafiam seu trabalho -, os artigos deste livro propõem ao educador que reflita sobre a diversidade cultural que atravessa as práticas educativas, repensando sua ação pedagógica a partir de uma postura ética e humanista.

 

ROBINSON, J.E. Olhe nos meus olhos – minha vida com a síndrome de Asperger.São Paulo: Larousse do Brasil,2008.

“Olhe nos meus olhos” O autor John Elder Robinson cansou de ouvir frase durante a infância. Isso porque as pessoas não compreendiam a reação que frequentemente esboçava quando alguém lhe dirigia a palavra. John desviava seus olhos, não por ser uma pessoa que inspirasse desconfiança, mas, sim, por ter sérias dificuldades em interagir socialmente. Ele sofre da síndrome de Asperger, doença mental caracterizada por um leve autismo. Com o passar do tempo, as pessoas passaram a entender John e sua maneira de lidar com os outros. Mas, até chegar a isso, ele passou por muitas experiências desagradáveis, situações embaraçosas e cenas constrangedoras. John agora quer contar sua história.

 

BETIOLI, Antonio Bento. Ética para minha neta: sete viagens com  Natanna. São Paulo: Paulinas. 2006.

O livro é resultado da inquietação do autor diante do ”vale-tudo” da sociedade atual, em que o bom senso substitui a ética. Sem uma verdadeira “paixão ética” dinamizando a vida, o fracasso é iminente. Como disse Heráclito: “A ética é o anjo protetor do ser humano”. O processo  de realização humana exige, entre outras coisas, o sentimento de auto-estima, a capacidade de superar as dificuldades, o autoconhecimento, a criatividade diante de situações opressivas e uma convivência regida por respeito e diálogo.

 

O PENSADOR, Gabriel. (CONTINO, Gabriel) Um menino chamado Rorbeto: Gabriel o Pensador. São Paulo: Cosac Naify, 2005.   A história que Gabriel o pensador conta aqui, é como ele, originalíssima, narrada com alegria, e inventiva.

 

RIBEIRO, Marcos. Menino brinca de boneca? Conversando sobre o que é ser menino e menina. Salamandra Consultoria Editorial S.A,  Rio de Janeiro, 1990.  Com muito sabor e leveza, o autor mexe com todos os nossos preconceitos machistas ( sem ignorar que o machismo é também um problema da mulher, da mãe, que ensina aos filhos “!papéis” masculinos e femininos). Menino brinca de boneca? É uma obra lúdica e muito séria.

 

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